quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Abaixo um resumo sobre o Joseph Paul Goebbels

Joseph Paul Goebbels


Joseph Goebbels foi Ministro da propaganda nazista, ele ficou marcado pelo seu ódio a judeus e comunistas, sua admiração pela figura de Hitler e seu fanatismo pelo poder. O pai de Goebbels era católico, trabalhava como funcionário em uma fábrica, e o sustentou durante os estudos universitários. Na Primeira Guerra Mundial, Goebbels foi dispensado do serviço militar por causa do seu pé torto, resultado de uma doença de infância, defeito que mais tarde foi usado pelos seus inimigos para o compararem com "o coxear do Diabo".
Em 1922, doutorou-se em filologia na Universidade de Heidelberg, com esforços literários, dramáticos e jornalísticos. Embora ainda não envolvido em política, apresentava um fervor nacionalista, intensificado pelo resultado frustrante da Primeira Guerra Mundial.
Na universidade, um amigo o introduziu nas ideias socialistas e comunistas. Nessa época, ele era antiburguês, mas não antissemita. Admirava os professores judeus e chegou a ficar noivo de uma moça de família judaica. No outono de 1924, fez amizade com um grupo de nacional-socialistas. Como bom orador, foi feito administrador do distrito do Partido Alemão Nacional Socialista (NSDAP) de Trabalhadores em Elberfeld e editor de um magazine nacional socialista quinzenal. Em novembro de 1926, Adolf Hitler o nomeou líder de distrito em Berlim. Goebbels deveu a sua nomeação ao conflito entre Gregor Strasser, representante da "ala esquerda" anticapitalista da NSDAP, e o líder do partido, Adolf Hitler, da "ala direita". Nesse conflito, Goebbels ficou ao lado de Hitler. Assim começou a construir o poder nazista em Berlim até à ascensão de Hitler, em janeiro de 1933. Em 1928, Hitler deu ao bem-sucedido orador, brilhante propagandista e jornalista editor de "O Assalto" (e de 1940 a 1945, de "O Império"), o posto de diretor de propaganda do Partido, para toda a Alemanha.
Goebbels começou, então, a criar o mito do "Führer" (líder, dirigente) ao redor da pessoa de Adolf Hitler e a instituir o ritual das celebrações e demonstrações do partido, o que teve um papel decisivo para converter as massas ao Nacional Socialismo. Depois da "tomada de poder", o "Ministério Nacional para Esclarecimento Público e Propaganda" foi criado para Goebbels, chegando também a ser presidente da "Câmara de Cultura" para o "Reich". No ministério, controlava a imprensa, o rádio, o teatro, os filmes, a literatura, a música, e também as belas artes. O objetivo de sua propaganda na mídia era criar esperanças, citando paralelos históricos e fazendo outras comparações, conjurando leis de história pretensamente imutáveis ou, como último recurso, referindo-se a algumas armas secretas. Aparecia constantemente perante o público, muito depois que outros proeminentes nazistas já se retiravam a seus abrigos e fortificações. Desde 1931, Goebbels estava casado com uma mulher de classe média alta, que deu à luz seis crianças. Nos anos de 1937 e 1938, chegou a se envolver com uma estrela de cinema tchecoslovaca, que quase o levou a deixar a sua carreira e família. Em primeiro de maio de 1945, como o único dos originais líderes nazistas que ficou com Hitler no seu abrigo em Berlim, Goebbels e sua esposa acabaram com as suas vidas e as das suas seis crianças. No dia anterior, fora nomeado chanceler do "Reich" por vontade de Hitler. Por um dia, chegou, assim, a ser o último sucessor de Otto von Bismark.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Abaixo um breve resumo sobre o Washington Olivetto um ícone da Publicidade Brasileira


Washington Olivetto



Washington Olivetto nascido em 29 de setembro de 1951, Descendente de italianos, sempre diz que preferia ter sido jogador de futebol ou um astro do rock, mas como não possuía talentos para os esportes ou para a música. Seu pai era vendedor e isso o inspirou para a carreira de publicitário.
O dom para esta profissão ele descobriu ainda na infância, quando viu queera bom em se comunicar e persuadir as pessoas. Olivetto  prestou vestibular em duas faculdade, PUC e FAAP , passou nas duas, porém optou pela FAAP. Mesmo não concluindo a faculdade, ele é reconhecido pelo mercado como publicitário.


Seu primeiro emprego em Publicidade, começou por conta de um pneu furado. Ele parou o carro com o pneu furado na frente de uma Agência de Publicidade, bateu na porta e pediu para falar com o dono e e quando pediu um emprego. Impressionado com o rapaz o dono da agência lhe concedeu o emprego.

Washington teve uma carreira meteórica, porém o sucesso de Washington é diretamente associado ao seu trabalho em outra agência a DPZ. 

Ele diz que, o segredo para o sucesso é: “Enquanto empregado pense como o dono da empresa e quando se tornar dono trabalhe como um empregado.” Washington trabalhou durante 14 anos na DPZ, depois fundou a sua própria agência a WBrasil e em 2010 a WBrasil se uniu ao grupo McCann e criou-se a WMcCann Brasil.
Olivetto ganhou mais de 50 Leões de Cannes e totaliza mais de 1000 prêmios, foi o responsável por mudar a imagem do publicitário na sociedade, antigamente a profissão não era bem vista pela sociedade, hoje a publicidade é bem vista pela sociedade e Washington Olivetto um referencial de sucesso na profissão.
A frase “Credibilidade não se ganha. Conquista-se”, tornou-se o mantra de muitos publicitários. 
Abaixo um breve resumo sobre o Washington Olivetto um ícone da Publicidade Brasileira


Washington Olivetto



Washington Olivetto nascido em 29 de setembro de 1951, Descendente de italianossempre diz que preferia ter sido jogador de futebol ou um astro do rock, mas como não possuía talentos para os esportes ou para a música. Seu pai era vendedor e isso o inspirou para a carreira de publicitário.
O dom para esta profissão ele descobriu ainda na infância, quando viu queera bom em se comunicar e persuadir as pessoas. Olivetto  prestou vestibular em duas faculdade, PUC e FAAP , passou nas duas, porém optou pela FAAP. Mesmo não concluindo a faculdade, ele é reconhecido pelo mercado como publicitário.


Seu primeiro emprego em Publicidade, começou por conta de um pneu furado. Ele parou o carro com o pneu furado na frente de uma Agência de Publicidade, bateu na porta e pediu para falar com o dono e e quando pediu um emprego. Impressionado com o rapaz o dono da agência lhe concedeu o emprego.

Washington teve uma carreira meteórica, porém o sucesso de Washington é diretamente associado ao seu trabalho em outra agência a DPZ. 

Ele diz que, o segredo para o sucesso é: “Enquanto empregado pense como o dono da empresa e quando se tornar dono trabalhe como um empregado.” Washington trabalhou durante 14 anos na DPZ, depois fundou a sua própria agência a WBrasil e em 2010 a WBrasil se uniu ao grupo McCann e criou-se a WMcCann Brasil.

Olivetto ganhou mais de 50 Leões de Cannes e totaliza mais de 1000 prêmios, foi o responsável por mudar a imagem do publicitário na sociedade, antigamente a profissão não era bem vista pela sociedade, hoje a publicidade é bem vista pela sociedade e Washington Olivetto um referencial de sucesso na profissão.
A frase “Credibilidade não se ganha. Conquista-se”, tornou-se o mantra de muitos publicitários. 

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

No texto abaixo fiz um resumo sobre a vida profissional de Chatô :D


Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo

 


Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo, ou  Chatô, foi um dos homens mais influentes do Brasil nas décadas de 1940 e 1950. Chatô reuniu  jornais, estações de rádio e revistas, foi também o pioneiro da televisão no Brasil, ele criou a TV Tupi.
Com a Aliança Liberal, apoiou o movimento revolucionário de 1930, levando Getúlio Vargas ao poder. Ele Agia social e empresarialmente com a própria ética. Chantageando empresas, publicando poesias de anunciantes e claro, irritou os inimigos. Porém, Chatô também teve relações cordiais e interesseiras  com os influentes, como o  próprio Getúlio Vargas, conde Francisco Matarazzo, Alexander Mackenzie e Percival Farquhar empresário americano. Ele  promoveu em 1941 a Campanha Nacional de Aviação, "Deem asas ao Brasil". Mesmo sendo um dos representantes da burguesia nacional, não deixou de assumir posições favoráveis ao capital estrangeiro.
Chatô deu oportunidades aos escritores e artistas desconhecidos em sua época.  Podemos citar Graça Aranha, Millôr Fernandes, Anita Malfatti, Di Cavalcanti e Cândido Portinari. Como empreendedor fundou o Masp (Museu de Arte de São Paulo), em 1947, com uma coleção de obras de grandes artistas, adquiridas na Europa do pós-guerra graças à colaboração de Pietro Maria Bardi.
Em 1952 foi eleito senador pela Paraíba e, em 1955, pelo Maranhão. Renunciou ao mandato para assumir a embaixada do Brasil na Inglaterra. Eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1954, ocupou a cadeira deixada por Getúlio Vargas.
Com o passar do tempo, Chateaubriand foi dando menos importância aos jornais e passou a voltar sua atenção para o rádio e a televisão, e sempre investindo em novas tecnologias. Porém 1960, o maior império das telecomunicações no país estava endividado.
 Chatô, teve trombose, e isso o deixou paralítico então passou a comunicar-se através de uma máquina de escrever adaptada.
Em 10 de agosto de 1967, entregou à Fundação Universidade Regional do Nordeste (hoje UEPB) o primeiro acervo do Museu Regional de Campina Grande (PB). Foi chamado de "Coleção Assis Chateaubriand".

Chateaubriand morreu em 1968 e foi velado ao lado de duas pinturas: um cardeal de Velázquez e um nu de Renoir, simbolizando, segundo Bardi, as três coisas que mais amou: o poder, a arte e a mulher.


quinta-feira, 7 de abril de 2016

Um Pouco Sobre McLuhan

Olá :) Essa é a primeira postagem referente ao curso. Fiz uma pesquisa sobre o assunto e isso foi oque resumi. Espero que esteva bom.


        Um Pouco  Sobre McLuhan 


                     
Herbert Marshall McLuhan nasceu em 21 de julho de 1911, viveu até 31 de dezembro de 1980. McLuhan  ficou conhecido por vislumbrar a internet trinta anos antes de ser inventada. Também conhecido por sua famosa frase de que "O meio é a mensagem" e por ter cunhado o termo "Aldeia Global". McLuhan  foi educador, filósofo e teórico da comunicação canadense, ele foi um pioneiro dos estudos culturais e no estudo filosófico das transformações sociais provocadas pela revolução tecnológica do computador e das telecomunicações.
Enquanto estudava em Cambridge, McLuhan deu os primeiros passos para a conversão no Catolicismo em 1937, Foi devoto durante toda sua vida, tendo a religião sempre como assunto privado. Deu aulas em escolas católicas de alto nível. De 1937 a 1944 lecionou Inglês na Universidade de Saint Louis (tendo seus serviços interrompidos de 1939 a 1940, enquanto esteve em Cambridge). Lá, foi orientador e amigo de Walter J. Ong. Ong . Ainda em Saint Louis conheceu a professora e aspirante a atriz Corinne Lewis, com quem se casou em 4 de agosto de 1939. Passaram dois anos em Cambridge, enquanto McLuhan desenvolvia sua tese de doutorado. Quando voltou ao Canadá, lecionou na Assumption College em Windsor, Ontario, de 1944 a 1946. Na Universidade de Toronto ele desenvolveu boa parte da sua carreira como professor e pesquisador. Nos anos 50, McLuhan começou os seminários sobre Comunicação e Cultura, ainda na Universidade de Toronto. Com sua reputação crescendo, recebeu um grande número de ofertas de outras universidades. Para mantê-lo em seus quadros, a Universidade de Toronto criou o Centre for Culture and Technology (Centro de Cultura e Tecnologia) em 1963. Na década de 1960, radicado nos Estados Unidos, foi professor na Universidade de Wisconsin. A experiência proporcionada pelo contato com jovens de uma cultura diferente criou em McLuhan a necessidade de compreende-la, aguçando seu interesse pelo trabalho teórico. McLuhan foi nomeado para a cadeira Albert Schweitzer em Humanidades, na Universidade de Fordham, Bronx, Nova York entre 1967 e 1968. Durante sua estadia em Fordham, foi diagnosticado com um tumor benigno no cérebro, que fora tratado com sucesso. Retornou a Toronto, onde lecionou na Universidade de Toronto e viveu em  Wychwood Park.
Marshall e Corinne McLuhan tiveram seis filhos. Os custos para manter uma grande família fizeram com que McLuhan aceitasse palestrar e fazer consultas em grandes empresas como IBM e AT&T. Em setembro de 1979, sofreu um derrame que afetou sua fala. A Universidade de Toronto tentou fechar seu centro de pesquisa logo após, mas houve protestos, o mais notável por Woody Allen.

McLuhan nunca se recuperou do derrame e faleceu enquanto dormia em 31 de Dezembro de 1980.

O autor estudava o impacto das novas tecnologias e os efeitos dos meios de comunicação na sociedade. Em seu estudo, desenvolveu uma série de conceitos que alcançaram grande fama e foram amplamente divulgados e têm sido revisitados por pesquisadores da comunicação da atualidade.


As opiniões sobre os conceitos que cunhou se dividem. Alguns o apontam como "guru da comunicação" e visionário , outros o criticam e dizem que seu trabalho era superficial e baseado em determinismo tecnológico.

Entre suas obras de maior destaque estão O Meio é a Mensagem, Guerra e Paz na Aldeia Global, A galáxia de Gutemberg e Os meios de comunicação como extensões do homem, seu primeiro livro de grande notoriedade.

Seus conceitos popularizaram-se, sendo quase sempre expressos em frases curtas e de impacto, tais como a mais célebre de todas: "O meio é a mensagem".

domingo, 3 de abril de 2016

Ok, vamos lá!

OI :) comecei a puco tempo fazer faculdade, o curso é publicidade e propaganda. Estou amando e cada vez sinto que estou no lugar certo.
Em uma das matérias o professor pediu para que criássemos um blog. Oque eu não sabia ou oque eu não lembrava que eu não lembrava era que eu já tinha esse aqui! já faz muito tempo que eu não posto nada nem lembrava desse conteúdo antigo mais acho que não vou apagar. Com o tempo talvez isso aqui mude completamente vou postar algumas coisas sobre as aulas sobre outras coisas que gosto. Mais ok, acho que é isso por em enquanto :)

Abraços :*

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Bruxas não existem



Bruxas não existem

Quando eu era garoto, acreditava em bruxas, mulheres malvadas que passavam o tempo todo maquinando coisas perversas. Os meus amigos também acreditavam nisso. A prova para nós era uma mulher muito velha, uma solteirona que morava numa casinha caindo aos pedaços no fim de nossa rua. Seu nome era Ana Custódio, mas nós só a chamávamos de "bruxa". 

Era muito feia, ela; gorda, enorme, os cabelos pareciam palha, o nariz era comprido, ela tinha uma enorme verruga no queixo. E estava sempre falando sozinha. Nunca tínhamos entrado na casa, mas tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos preparando venenos num grande caldeirão.

Nossa diversão predileta era incomodá-la. Volta e meia invadíamos o pequeno pátio para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras no pequeno armazém ali perto, corríamos atrás dela gritando "bruxa, bruxa!".

Um dia encontramos, no meio da rua, um bode morto. A quem pertencera esse animal nós não sabíamos, mas logo descobrimos o que fazer com ele: jogá-lo na casa da bruxa. O que seria fácil. Ao contrário do que sempre acontecia, naquela manhã, e talvez por esquecimento, ela deixara aberta a janela da frente. Sob comando do João Pedro, que era o nosso líder, levantamos o bicho, que era grande e pesava bastante, e com muito esforço nós o levamos até a janela. Tentamos empurrá-lo para dentro, mas aí os chifres ficaram presos na cortina.

- Vamos logo - gritava o João Pedro -, antes que a bruxa apareça. E ela apareceu. No momentoexato em que, finalmente, conseguíamos introduzir o bode pela janela, a porta se abriu e ali estava ela, a bruxa, empunhando um cabo de vassoura. Rindo, saímos correndo. Eu, gordinho, era o último.

E então aconteceu. De repente, enfiei o pé num buraco e caí. De imediato senti uma dor terrível na perna e não tive dúvida: estava quebrada. Gemendo, tentei me levantar, mas não consegui. E a bruxa, caminhando com dificuldade, mas com o cabo de vassoura na mão, aproximava-se. Àquela altura a turma estava longe, ninguém poderia me ajudar. E a mulher sem dúvida descarregaria em mim sua fúria.

Em um momento, ela estava junto a mim, transtornada de raiva. Mas aí viu a minha perna, e instantaneamente mudou. Agachou-se junto a mim e começou a examiná-la com uma habilidade surpreendente.

- Está quebrada - disse por fim. - Mas podemos dar um jeito. Não se preocupe, sei fazer isso. Fui enfermeira muitos anos, trabalhei em hospital. Confie em mim.

Dividiu o cabo de vassoura em três pedaços e com eles, e com seu cinto de pano, improvisou uma tala, imobilizando-me a perna. A dor diminuiu muito e, amparado nela, fui até minha casa. "Chame uma ambulância", disse a mulher à minha mãe. Sorriu.

Tudo ficou bem. Levaram-me para o hospital, o médico engessou minha perna e em poucas semanas eu estava recuperado. Desde então, deixei de acreditar em bruxas. E tornei-me grande amigo de uma senhora que morava em minha rua, uma senhora muito boa que se chamava Ana Custódio.